quarta-feira, 22 de março de 2017
Título original: La Rose Et Le Glaive
Título: A Rosa e o Gládio
Autor: Alberto Uderzo
Tradução: Gilson Koatz
Série: Asterix
Editora: Record
Ano: 1991
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

É muita fofura junta… é a primeira história em quadrinho que leio da série Asterix e me apaixonei completamente. Mas antes vamos nos situar: a história se passa no ano 50 antes de Cristo. E toda a Gália foi ocupada pelo exército romano. Menos uma aldeia povoada por uns tais de gauleses que ainda resistem bravamente aos invasores romanos.

Como é a minha primeira vez acho válido destacar alguns personagens, vou transcrever as descrições que estão no próprio livro: 

Asterix é o herói das aventuras gaulesas. Pequeno guerreiro de espírito sagaz e inteligência viva, aceita sem vacilar as missões perigosas que lhe são confiadas. A força sobre humana de Astérix vem da poção mágica do druida Panoramix.

Obelix é o amigo inseparável de Asterix. Profissão: entregador de menires. Adora javalis e boas brigas. Obelix está sempre pronto a largar tudo para acompanhar Asterix em novas aventuras. Seu grande amigo é Idéiafix, um cãozinho incrível, conhecido por ser defensor da natureza e por ganir desesperadamente quando vê uma árvore sendo derrubada.

Nos próximos volumes vou continuar a descrever os personagens.  

Bom, A Rosa e o Gládio é a história típica de guerra dos sexos, quando uma aldeã contrata uma barda para dar aulas aos pequenos, só isso já causa o maior reboliço, mas a moça além do mais é uma feminista de carteirinha, que acaba incentivando as mulheres da aldeia a ficarem contra os seus homens.

Para piorar, os romanos observando o cavalheirismo gaulês: de nunca bater em uma mulher, se aproveita desta situação cultural, cria uma legião formada por apenas mulheres. Acreditando que assim poderá derrotar os gauleses de uma vez por todas. Será?

RECOMENDADÍSSIMO!!!        



Contra Capa:

Há uma revolução na Aldeia de Asterix! Maestria, uma bardo feminina, incentiva as suas irmãs gaulesas a dizer não à tirania masculina. A revolta instala-se, as aldeãs usam calças, e a Naftalina quer ter assento no Conselho da Aldeia. Até o exército romano submete as suas legiões às regras da paridade…

A lendária galanteria gaulesa posta à prova, vista por um Albert Uderzo mais inspirado do que nunca!
sábado, 18 de março de 2017
Título original: Dangerous
Título: Perigoso
Autor: Diana Palmer
Tradução: Gracinda Vasconcelos
Série: Homens do Texas 44
Editora: Harlequin
Ano: 2012
Comprar: É possível compra nos sites: www.harlequinbooks.com.br e www.amazon.com.br ou em uma boa banca de jornais.


Resenha:

Obvio que é muito difícil se recuperar de uma tragédia, mas é preciso fazer a dor diminuir e prosseguir vivendo e até mesmo ser feliz outra vez. 

Apesar de Kilraven ser um ogro em alguns momentos não consigo ficar brava com ele, sempre lembro a tragédia que ele viveu. Ele tem qualidades, mas isso não impediu de ser lentinho. Demorou uma eternidade pra recobrar a razão, uma lentidão de meses, quase transformou o romance num verdadeiro suspense. 

Acho que Winnie foi perfeita não ficou intimidade com a personalidade impiedosa e dominadora de Kilraven, não implorou pra ele ficar com ela e também não se fez de vítima. Apenas amou-o, disse a verdade e esperou dando seguimento a sua própria vida.

Claro que ela esperou que Kilraven curasse suas feridas e voltasse pra ela. Ficou torcendo e desejando que ele também a amasse.

Agora se você quer saber porque o perigoso e gostosão Kilraven tem fantasmas e uma tragédia em sua vida é preciso ler o livro. Então, não perca tempo!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

Perigoso


Um mistério poderá ser desvendado no coração do Texas…

Alto, esguio e muito cabeça-dura, o agente do FBI Kilraven tem suas próprias regras. E uma delas é manter suas mãos longe de Winnie Sinclair, a queridinha de Jacobsville, apesar de se sentir muito tentado. Tímida e inocente, ela não conseguiria se ajustar a um homem como ele, impiedoso e condenado pelo passado. E naquela cidadezinha, além de morar a mulher que ele lutava para resistir, também poderia encontrar as respostas para um caso arquivado cuja importância era bem pessoal… Winnie também já sofrera bastante, por isso compreendia a dor de Kilraven. Apesar de querer negar, sentia-se conectada a ele. Enquanto unem forças durante uma investigação perigosa, os desafios se tornam cada vez maiores. A vida de Winnie está sob ameaça, e ela vai precisar de Kilraven mais do que nunca. Porém, se quiserem ter um futuro juntos, ele terá de enfrentar seu passado e arriscar tudo em nome do amor.



Obs.: Se você quer saber mais sobre a autora Diana Palmer e seus livros entre no blog: 
http://su-romanticgirl.blogspot.com.br/  da "Suelen Mattos" a nossa especialista em Diana Palmer aqui no Brasil.
domingo, 12 de março de 2017
Título original: Pollyanna
Autor: Eleonor H Porter
Tradução: Monteiro Lobato
Ilustrações: Cecília Esteves
Série: Pollyanna 01
Editora: Companhia Editora Nacional
Ano: 2003
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

É uma das histórias mais singela que tive o prazer de ler. Pollyanna é uma garotinha de 11 anos que se vê órfão depois do falecimento do pai. Como sua mãe também já era falecida, a menina é enviada para a única parente viva, a tia Polly.

Antes de sua vida virar de cabeça para baixo, a garotinha havia sido incentivada a criar um mecanismo para vivenciar o melhor da vida, com entusiasmo, otimismo, positividade e amor. Cada situação por pior que pareça deve ser olhada com positividade, podemos tirar o melhor de cada situação por mais triste e bizarra ela seja, foi desta forma que Pollyanna aprendeu encarar a vida.

Assim sendo, mesmo vivendo com uma tia amargurada e irascível, Pollyanna continua jogando o seu amado Jogo do Contente. E com esse entusiasmo a pequena garotinha vai transformando as pessoas que com ela convivem. Até mesmo a chatíssima tia Polly vai se tornando uma pessoa melhor.

Pollyanna é um refresco e uma dadiva, para o mundo que vivemos seria uma benção, mas será que a pequena conseguiria transformar as pessoas do nosso tempo?  

RECOMENDADÍSSIMO!!! 



Contra Capa:

Pollyanna

A pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para a outra tudo começa a mudar no lugarejo. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível "Jogo do Contente". Uma otimista incurável, Pollyanna não aceita desculpas para a infelicidade e empenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza.

Pollyanna é uma história sobre amor, a amizade, e, sobretudo, sobre o surpreendente poder de transformação que os jovens e as crianças podem ter, sem se dar conta.



Sinopse:

Pollyanna, de Eleanor H. Porter, é um clássico da literatura infanto-juvenil. Escrito em 1912, foi inicialmente publicado em capítulos no jornal “Christian Herald, de Boston. Ganhou forma de livro em 1913 e de imediato tornou-se um best seller. Traduzido em quase todas as línguas, nunca mais parou de ser lido. Levado às telas pela primeira vez um 1920, foi refilmada muitas vezes, inclusive pelos estúdios Disney. Quando a razão dessa carreira fulgurante? Embora seja um romance d mais pura tradição sentimental, é a personagem central, Pollyanna, que o torna inesquecível. A garotinha irreverente, atrevida, curiosa e, sobretudo, imbatível otimista tornou-se um marco na galeria de protagonista que se eternizaram na história da literatura. Com sua visão peculiar da vida e seu famoso “Jogo da Contente”, Pollyanna transmite preciosas lições de coragem, perseverança e bom humor e por isso conquistou e continua conquistando o coração dos leitores.

No Brasil, a primeira edição da Companhia Editora Nacional é de 1934, em primorosa tradução de Monteiro Lobato. Publicado na Coleção das Moças, com a surpreendente tiragem, para a época, de 15 mil exemplares, também em nosso país o romance nunca mais parou de ser lido, relido e recomendado. Como a Emília de Lobato, personagem com a qual, aliás, Pollyanna guarda certa identidade de caráter, a heroína criada há 90 anos permanece atual e com fôlego para durar mais outro século.

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