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sábado, 5 de janeiro de 2019
01:52
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Adriana de Jesus Fogaça
Título original: Espinosa Sem Saída
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 06
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2016
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha
Resenha:
Já estava com saudade do querido delegado Espinosa, desta vez temos um assassinato de um sem-teto que não tinha uma perna. A princípio parece ser um caso sem relevância, mas por motivos sentimentais relacionado a sua infância e a descoberta da liberdade que lhe foi dada naquele período de descobertas, o delegado se vê inclinado a descobrir o que realmente aconteceu.
Mesmo sem provas Espinosa começa a criar um cenário plausível de como tudo aconteceu, claro que tudo através de seu raciocínio lógico, sua intuição e inteligência apurada e várias horas de divagação, sempre com a ajuda da dupla quase inseparável do inspetor Ramiro e do detetive Welber.
E para complicar ainda mais o caso uma terapeuta é assassinada e encontrada nua em seu consultório. Para Espinosa os casos têm ligações, além de envolver mistérios sobre traumas de infância, surtos psicóticos, troca de identidades e por fim perversões sexuais.
Agora só falta Espinosa conseguir as confissões.
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Contra Capa:
Espinosa Sem Saída
Luiz Alfredo Garcia-Roza
O delegado Espinosa, protagonista de outros cinco romances de Luiz Alfredo Garcia-Roza, está de volta para enfrentar seu caso mais enigmático: o assassinato de um anônimo sem-teto no alto de uma ladeira de Copacabana, na fronteira entre a cidade e a mata. Contra a tendência geral numa cidade violenta como o Rio, em que os homicídios ocorrem diariamente às dezenas, o delegado não arquiva o processo nem esquece o incidente, mas mobiliza toda a sua inteligência para elucidar o mistério, sempre acompanhado por seus fiéis auxiliares, o inspetor Ramiro e o detetive Welber.
domingo, 4 de outubro de 2015
16:00
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Adriana de Jesus Fogaça
Título: Uma Janela Em Copacabana
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 04
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2001
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Resenha:
Cada vez que leio um livro do Garcia-Roza mais apaixonada fico, tenho esse amor incondicional e platônico pelo delegado Espinosa.
O delegado é tão fascinante, um homem da lei tão distraído com sua própria segurança ou com o que está acontecendo ao seu redor, ainda mais quando está perdido em pensamentos e conjecturas sobre seus casos.
É obvio que essa falta de preocupação consigo mesmo é o charme do personagem, mas ao mesmo tempo é assustador, porque uma pessoa como ele é alvo fácil. Na realidade Espinosa é mais um intelectual apaixonado por Literatura do que em homens da lei, um delegado.
Neste quarto volume além das investigações e dos crimes que se desenrolam há um fato me chamou atenção: Espinosa menciona como conheceu sua namorada Irene, fazia tempo que queria saber como eles se conheceram.
Só para concluir algo que já é obvio: Welber é uma versão mais jovem de Espinosa, pelo menos na minha visão. Eles pensam da mesma forma e isso só aumenta ao passar dos anos. Além é claro que o jovem investigado tem tiradas simples, mas fantásticas.
Outro personagem fascinante e intrigante é a socialite Serena, até quase no final da leitura não tinha conseguido entender quem ela realmente era, mas, não fiquei surpresa com as revelações.
A conclusão que Espinosa chegou sobre todos os crimes e mistérios deste livro foi simplesmente espetacular.
RECOMENDADÍSSIMO!!!!
Contra Capa:
Copacabana, Rio de Janeiro. Três policiais são executados em curto espaço de tempo. Eram tiras medíocres, e suas mortes têm muito em comum. Foram eliminados por um assassino frio, que não deixa rastro e costuma disparar à queima-roupa.
De imediato, o mundo policial entra em rebuliço. Quem estaria disposto a correr o risco de sair matando tiras, ainda que inexpressivos? Gente ligada ao tráfico de drogas? À própria polícia? E por quê?
Em meio às confusões de seu cotidiano de livros sem estantes e mulheres fugidias, o delegado Espinosa, titular da 12º DP, tem poucos elementos para desvendar o caso. Ele e sua equipe enfrentam olhares temerosos e desconfiados dos colegas, muitos deles comprometidos com a corrupção. Percorrendo as ruas de sua geografia predileta, entre os bairros do leme e de Copacabana, o delegado irá deparar-se com outras mortes e com os mistérios da insinuante esposa de um membro do primeiro escalão do governo federal.
terça-feira, 16 de junho de 2015
16:36
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Adriana de Jesus Fogaça
Título: Na Multidão
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 07
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2007
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Resenha:
Este é o primeiro livro do delegado Espinosa que leio. E já estou encantada com este homem da lei. Ele é devotado ao seu trabalho, e ao mesmo tempo tem consciência dos problemas da polícia. O vejo como uma pessoa que tenta fazer o melhor pelo bem comum de todos, mas infelizmente nem sempre é bem sucedido.
Uma característica que chamou muito a minha atenção é que na realidade Espinosa está mais para um filósofo ou simplesmente um observador do cotidiano, do que um homem de ação. Ele resolve seus casos pensando, meditando.
Ele se considera um estranho, um excêntrico. Na realidade é um homem intelectualmente privilegiado, com uma imaginação extremamente fértil, mas sem nenhum senso de auto preservação. É uma pessoa querida por todos. Um líder nato.
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Contra Capa:
Uma pensionista da Previdência Social sofre um acidente numa das esquinas mais movimentadas de Copacabana, perto da décima segunda DP, onde tentara falar com o delegado Espinosa. Depoimentos de testemunhas fazem pensar em crime. As investigações conduzem a uma agência da Caixa Econômica e a um indivíduo com hábitos muito estranhos. Enquanto o inspetor Ramiro e o detetive Welber seguem os passos do suspeito em meio à multidão que circula pelas ruas da cidade, uma senhora é encontrada morta num quarto de hotel em Botafogo.
Buscando na memória uma explicação para os acontecimentos recentes, Espinosa faz uma incursão à própria infância, no Bairro Peixoto, e relembra a morte de uma menina de onze anos. Em meio às tensões trazidas pela memória e os percalços de sua vida afetiva, o delegado tem de enfrentar jogos de sedução, chantagem, mentiras - é um perigoso psicopata em busca de uma identidade redentora.
Frases:
O conteúdo social originário do romance
policial é a perda das pegadas de cada
um na multidão da grande cidade.
Walter Benjamin
A essência de todo crime permanece irrevelada.
E. A. Poe
sábado, 30 de maio de 2015
19:27
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Adriana de Jesus Fogaça
Título: Perseguido
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 05
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2003
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Resenha:
É uma trama psicológica muito bem escrita, onde o autor se supera, neste romance policial, o mistério fica no ar.
Este é o terceiro livro do delegado Espinosa que leio e cada vez fico mais impressionada com sua capacidade de percepção da realidade, seu vislumbre imaginativo e do seu raciocínio lógico.
Também acho extremamente importante que o delegado tenha total conhecimento do lado bom e ruim da polícia. E consiga conviver com tudo sem se corromper.
Agora a história em si é maravilhosa, talvez nem precisasse do "aval" do delegado. Mas não há dúvida que a presença de Espinosa só engrandece ainda mais a trama psicológica.
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Contra Capa:
O psiquiatra de um hospital universitário sente-se perseguido por um jovem paciente. O sentimento de perseguição aumenta a cada dia é passa a ser vivido por outras pessoas ligadas ao médico. Misteriosamente, o paciente desaparece e, depois de alguns meses, é dado como morto.
A essa morte seguem-se outras, sem que se possa determinar quem está sendo perseguido e quem é o perseguidor. Tampouco é possível concluir com clareza se as pessoas morreram de morte natural ou se foram assassinadas.
Em meio a essa trama, o delegado Espinosa tenta separar o que é real do que é fantasia, tendo como guia apenas a convicção de que a morte não é um delírio.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
11:26
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Adriana de Jesus Fogaça
Título: Vento Sudoeste
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 03
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2010
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Resenha:
A cada livro que leio do Garcia-Roza mais impressionada fico. A naturalidade com que ele expõe a realidade e a fantasia, o raciocínio lógico e a imaginação. É complemente enlouquecedor.
Apesar de não estar lendo na ordem de lançamento é possível perceber a evolução do personagem Espinosa. Um homem por si só fascinante. Sua inteligência e intuição o transformam num dos personagens mais interessante da literatura brasileira.
A trama psicológica fica evidente neste livro desde início. Um rapaz procura Espinosa para ajudá-lo, pois um "vidente" previu que ele mataria uma pessoa antes do seu próximo aniversário.
Não há dúvida que autor usou toda sua experiência como psicólogo para traçar um perfil psicológico clássico de paranoia e fanatismo para alguns personagens importantes da trama.
É um livro para ser saboreado com calma, pois é uma história simplesmente fantástica.
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Contra Capa:
NO RIO DE JANEIRO, o vento sudoeste anuncia mudança. Não se trata apenas da mudança óbvia, do tempo. Para os moradores locais, ele tem a natureza de sinal. Pode ser sinal de chuva ou de ressaca nas praias, pode ser sinal para o pescador permanecer em terra, pode ser sinal de que mudará o humor dos garçons ou de que Maria vai brigar com João. E também pode ser sinal de morte violenta.
Soprava uma Sudoeste quando o delegado Espinosa saiu para se encontrar com o homem que lhe fez o estranho pedido: investigar um assassinato que ainda não tinha sido cometido e cujo assassino seria ele próprio. Mas estranho ainda: o homem ignorava o motivo do crime, como seria cometido e quem seria a vítima.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
05:50
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Adriana de Jesus Fogaça
Título: Achados e Perdidos
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 02
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2011
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Resenha:
Não há dúvidas que Espinosa não é um Sherlock, mas é inteligente o suficiente para ligar os pontos. E o assassino cometeu um deslize sem precedentes, pois tentou comprometer o delegado da forma mais básica.
Muitas pessoas pensam que por terem atrativos insuperáveis (por serem extremamente belas) vão conseguir de forma sedutora escapar de tudo, principalmente de uma punição mais severa.
"Achados e Perdidos" é com certeza uma ficção policial de primeira, cheia de mistérios e ação, não é de tirar o fôlego, mas faz com que você fique pensando durante horas.
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Contra Capa:
NOITE DE sexta-feira em Copacabana. Um menino de rua se apodera de uma carteira perdida; uma prostituta aparece morta, asfixiada, em sua própria cama. O delegado Espinosa está atento para um elemento comum aos dois acontecimentos: a figura do ex-delegado Vieira.
O velho policial bebe demais, por isso perdeu a carteira. Quando bebe demais, não lembra de mais nada. Ignora qual foi sua participação - se é que houve - no crime, embora haja indícios claros de que passou pelo quarto da moça assassinada.
Um enigma que envolve meninos de rua, achacadores baratos, uma mulher insinuante com predileção por delegados, matadores de aluguel... Vidas que a noite de Copacabana encobre.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
18:32
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Adriana de Jesus Fogaça
Título: O Silêncio da Chuva
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Série: Espinosa 01
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2012
Comprar: Nos seguintes sites: Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura, Livraria Folha e Amazon
Resenha:
Gostaria muito de ter a oportunidade de conversar com o autor, para saber como ele criou o personagem Espinosa, psicologicamente e sentimentalmente dizendo.
Pois ao mesmo tempo em que o personagem é excêntrico, ele parece tão normal, apesar das maluquices ele está tão próximo de nós leitores. Obvio que me identifico muito com Espinosa.
Fiquei muito feliz com a definição que o autor coloca na fala de Espinosa, o classificando como um "estrangeiro" no meio de seus iguais. É uma definição perfeita, pena que não consegui observar isso desde o princípio, há três livros que venho tentando defini-lo sem sucesso. Agora é desnecessário. Alívio!!!
Apesar do inspetor da polícia se sentir um "estrangeiro" na sua essência. Isso não significa que Espinosa seja um homem frustrado ou amargurado, pelo contrário. Vejo que ele se sente feliz desta forma.
Tudo se deve também, porque ele criou o seu próprio mundo, onde a imaginação e a fantasia ocupam a maior parte do seu cotidiano. Isso tudo sem que ele deixe de ser extremamente racional. É controverso mas é totalmente possível é real.
E neste caso, do executivo morto num edifício-garagem, só deixa tudo mais evidente. As tendências do inspetor a reflexão e as imaginações. Ainda mais quando não se tem provas, pistas, evidências e muito menos testemunhas.
Nosso querido e futuro delegado terá que colocar toda a sua capacidade imaginativa a função deste caso, se quiser encontrar uma solução por mais absurda que possa parecer.
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Contra Capa:
Primeiro romance policial de Luiz Alfredo Garcia-Roxa, "O Silêncio da chuva" recebeu os prêmios Nestlé e Jabuti e foi publicado em nove países. É também a estreia de Espinosa - personagem de outros quatro livros do autor -, um detetive que costuma refletir sobre a vida (e a morte) olhando o mar, sentado num banco da praça Mauá.
Neste seu caso inicial, um executivo é encontrado morto ao volante do próprio carro, num edifício-garagem no centro do Rio. Levou um tiro, único e definitivo, mas não há outros sinais de violência: é um morto de indiscutível compostura. O que só atrapalha as coisas, nesse crime sem testemunhas e aparentemente sem pistas.
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