sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Título original: Das Kartengeheimnis
Título: O Dia do Curinga 
Autor: Jostein Gaarder
Tradução: João Azenha Jr.
Editora: Cia. Das Letras
Ano: 1999
Comprar: Nos seguintes sites: Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Já vou avisando, qualquer exagero, disparate, heresia ou algo que valha; escrito por mim nesta resenha, não pode ser classificado com absurdo, ok?

Porquê?

Muito simples. Sou totalmente apaixonada por este livro, acredito que seja o melhor livro do Jostein Gaarder e o melhor que já li. Pense bem, já li mais de 2700 livros nesta minha curta vida, bom tenho um leque grande de opções, mesmo assim, coloco este livro entre os melhores, significa que ele deve ter vários atrativos indispensáveis. 

Depois de ler dezenas de vezes, agora estou aqui me debatendo, para não revelar nada que possa tirar a graça das surpresas que vão ser apresentadas durante a leitura. Aff... É difícil não contar tudo nos mínimos detalhes, mas tenho que me segurar. Ufa!!!

A história nos apresenta tantas coisas, tantas questões, conflitos familiares e porque não dizer conflitos existências da humanidade. Tudo extremamente atual é muito humano. Também vai nos abrir os olhos para uma filosofia clássica, mas com diferentes ângulos, uma nova visão de algo existente a milhares de anos.

Espero não ter revelado muito. Só desejo quem esteja lendo essas palavras, tenha a oportunidade de ler este maravilhoso e perfeito livro; e possa tirar suas próprias conclusões.

AMO!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

"Você já pensou que num baralho existem muitas cartas de copas e de ouros, outras tantas de espadas e de paus, mas que existem apenas um curinga?", pergunta à sua mãe certa vez a jovem protagonista de O Mundo de Sofia.

Esse é o ponto de partida do novo livro de Jostein Gaarder, a história de um garoto chamado Hans-Thomas e seu pai, que cruzam a Europa, da Noruega à Grécia, à procura da mulher que os deixou oito anos antes. No meio da viagem, um livro misterioso inicia uma narrativa paralela, onde mitos gregos, maldições de família, náufragos e cartas de baralho que ganham vida transformam a viagem de Hans-Thomas em uma verdadeira iniciação à busca do conhecimento, ou à filosofia.

O dia do Curinga é a história de muitas viagens fantásticas que se entrelaçam numa viagem única, e ainda mais fantástica, e que só pode ser feita por um grande aventureiro: o leitor.



Sinopse:

De uma antiga cidade portuária ao sul da Noruega à pátria dos filósofos antigos, - a Grécia -, passando pelos Alpes suíços: este é roteiro da pequena epopéia que o garoto Hans-Thomas realiza com seu pai, em busca da mulher que os abandonou oito anos antes para encontrar a si mesma. Numa distante praia do mar Egeu, Anita, top model em Atenas, não desconfia dos planos do filho e do ex-marido, um filósofo amador, inclinado à bebida é dono de uma coleção de curingas de baralho.

No meio da viagem, em um vilarejo nos Alpes, um livrinho com letras microscópicas é uma providencial lupa, que permite a Hans-Thomas ler seu conteúdo, introduzem uma nova história dentro da história. A bebida púrpura e a ilha mágica - aventura com direito a náufragos e uma ilha paradisíaca habitada por seres fabulosos. O que Hans-Thomas não desconfia é como essa história está relacionada, e de uma forma surprendente, á sua própria.

Nesse emaranhado de aventuras, que ora lembram os mundos fantásticos de Gulliver ora o País das Maravilhas de Alice com suas charadas matemáticas, Jostein Gaarder vai construindo a instigante trama de O dia do Curinga. E seguindo à risca a opinião de um de seus personagens, que afirma ser a vida um grande jogo de paciência, ele constrói seu livro com as cartas de um baralho, e cada capítulo corresponde a um número e um naipe. Esse fabuloso castelo de cartas, cujo rei é o curinga, é também a iniciação de Hans-Thomas ao pensamento filosófico. O autor de O dia do Curinga conta que, ao terminar o livro, viu seu próprio personagem, o garoto Hans-Thomas, recém-chegado de sua incrível aventura, procurar em vão nas livrarias da cidade uma história da filosofia adequada à alguém da sua idade. Desapontado com a procura frustrada do garoto. Jostein Gaarder voltou então para casa disposto a preencher essa lacuna. Nascia assim O mundo de Sofia, um sucesso editorial já traduzido para 42 línguas.

2 comentários:

  1. Olá!
    Eu não sabia da existência desse livro, ele parece ser ótimo. Abraços!!!
    http://livrosesugestoes.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É ótimo, muito melhor do que O Mundo de Sofia, pelo menos na minha opinião. Beijos.

      Excluir

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